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sábado, 28 de setembro de 2013

Mapinguary






Mapinguari (ou Mapinguary) seria uma criatura coberta de um longo pelo marrom avermelhado vivendo na Floresta Amazônica. Segundo os povos nativos, ao perceber a presença humana, fica de pé (possivelmente pronto para o combate ou para a fuga) e alcança facilmente dois metros de altura. 


Ainda segundo outras lendas, seus pés seriam virados ao contrário (o que demonstra a confusão da sua lenda com a do Curupira, outra entidade do folclore brasileiro), suas mãos possuiriam longas garras e a criatura evitaria a água, tendo, sob a espessa pelagem uma pele semelhante a de um jacaré.


O Mapinguari também possuiria um cheiro forte e desagradável, semelhante ao exalado por um gambá. Esse mau cheiro faria com que sua presa ficasse atordoada, o que permitiria que fosse apanhada com facilidade. Conta-se também que a boca do Mapinguari se abre amplamente, indo da face até o abdômen, liberando também um forte odor. 





Caçadores do lago do Badajós no estado do Amazonas, afirmaram ter atirado em uma suposta fêmea (por possuir seios cobertos de pelo) que teria antes atacado um deles. Porém, mesmo ferida, ela teria atraído a atenção de outro exemplar através de urros altos. Seria um suposto macho corpulento de aproximadamente uns 2,5 m de altura, que estaria vindo em defesa da fêmea e tentando atacar o grupo que teria conseguido fugir numa canoa. Segundo o relato, a criatura não entrou na água para persegui-los e teria ido embora com a sua fêmea ferida. Esta história, supostamente aconteceu em 1967 em Tefé. Quem contou esta história foi o senhor José Lima, nativo da floresta, que hoje mora em Manaus. De acordo com este teórico avistamento, a criatura se assemelha muito ao Sasquatch, o Pé-Grande, que se acredita viver algum lugar na América do Norte.


Esboço do suposto Mapinguari

Os cientistas ainda desconhecem essa criatura. Uma hipótese que explicaria a existência do Mapinguari, sugerida pelo paleontólogo argentino Florentino Ameghino no fim do século XIX, seria o fato da sobrevivência de algumas preguiças gigantes (Pleistoceno, 12 mil anos atrás) no interior da Floresta Amazônica.

Entre muitos, o ornitólogo David Oren chegou a empreender expedições em busca de provas da existência real da criatura. Não obteve nenhum resultado conclusivo. Pelos recolhidos mostraram ser de uma cutia, amostras de fezes de um tamanduá e moldes de pegadas não serviriam muito, já que como declarou, “podem ser facilmente forjadas”.


Preguiça Gigante

Fontes: 

A imagem inicial foi extraída de uma animação:



Parece que há mais fãs das lendas brasileiras..

Licker










Tyrant





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